EP Música de Passagem

by Henrí Galvão

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credits

released July 5, 2016

Todas as faixas compostas por Henrí Galvão, exceto "Spirit", com música de Henrí Galvão sobre poema homônimo de Steve Pavlina

Voz e violão: Henrí Galvão

Gravado por Zé Felipe no estúdio da Biblioteca Parque Estadual (BPE), Rio de Janeiro, em 24 de novembro de 2015

Mixado por João Gambier, também no estúdio da BPE, em junho de 2016

Arte da capa: Henrí Galvão

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Henrí Galvão Niterói, Brazil

um fazedor de canções numa jornada de autorrealização

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Track Name: Nunca É Demais
Me lanço num oceano de palavras
Com as mãos abertas e as pernas desatadas
Falo contigo como se ninguém mais fosse ouvir
E mesmo com toda incerteza
Ainda insisto em perseguir a sua beleza

O tempo vai passar
E eu vou te ver de outro jeito
Nunca pretendi
Um amor puro e perfeito
Mas te garanto só ir
Até onde você quiser

Só compreendi o que você tanto dizia
Quando desisti de querer ser o seu guia
E que alegria é poder começar de novo
Quando antes todo meu esforço
Sempre dava a impressão de ser muito pouco

Se o teu fim não fosse
Tão abstrato e imprevisível
Talvez eu nem me arriscasse
Em dizer o indizível
Mas o mais simples nem sempre
É tão fácil de perceber

Só posso confiar
Que o vento nunca sopra à toa
O universo inteiro
É tão sutil quanto uma garoa
Que ninguém sabe quando vem
Nem quando vai

E o que quer que eu diga
Nunca é demais
Track Name: Sonhar e Compartir
Seu amor está
No meu peito e em toda parte
Na claridade do amanhecer

Chega a me assustar
O quanto aperta essa saudade
Meu mundo não é o mesmo
Se não posso mais te ter

Seu olhar brilha quase sem querer
Seu sorriso se basta por si só
Queria ter a inocência de um bebê
Só pra te ver melhor

Faço o que for
Pra honrar esse desejo
Me comprometo a não me omitir

Ignoro a dor
Só o que sinto, ouço e vejo
É a alegria de poder
Sonhar e compartir

O que me importa é ter você aqui
Abandonar o que não vale dizer
E te deixar a par de tudo que há em mim
É o que posso fazer

Pra te alcançar
Nunca existirá mistério
Além de ir aonde sempre quis

Meu maior prazer
E o meu grande privilégio
É pouco a pouco ir descobrindo
O que me faz feliz
Track Name: De Volta pro Chão
Perdi toda a noção
Do que era terra e do que era mar
Cheguei a duvidar onde pôr os pés
Ao ver o tanto que me perdi

Não vejo sombra nenhuma
Mas nem por isso vou deixar que o sol
Me deixe cego pro que mais me importa
Que é encarar o medo e a dor
Sem nenhum apego ou pudor

Não me pergunte pelos meus motivos
Não saberia te dizer
Parece até que há sempre algo escondido
Mesmo pra quem tenta entender

E ainda que essa travessia
Demore muito, ou nem tenha fim
Me dou por mais que satisfeito
Em seguir esse ideal
Sabendo que vive em mim
Tudo que há de bom ou mau
Track Name: Spirit
http://www.stevepavlina.com/blog/2010/11/spirit/

You’ve taken many painful lumps
Survived life’s tearful turns
Endured some brutal bruises, bumps,
And saintly savage burns

Be grateful for the strength you’ve gained
Your inner muscles bulge
But lips are drained and legs are chained
By fears you still indulge

Your animator kept from view
Locked up inside a cell
It pleads release long overdue
While you secure the shell

If you should seek to sow the seed
Of peace within your heart,
The breathless breather must be freed
No secret self apart

Your essence never lacks the nerve
Its power shines divine
To be in spirit is to serve
With courage by design

So dig your cowardice a grave
And lower it to rest
Your daring, dauntless dreams will save
The slave still dispossessed
Track Name: Carta de Alto-Mar
Até onde vai a nossa insistência
Em buscar sentido em qualquer coincidência?
Será que a gente escolhe mesmo por amor
Ou passa a amar o que escolheu, seja o que for?
Ninguém sabe dizer

Essa poderia ser mais uma carta
Sobre qualquer assunto que não me diz nada
Não fosse essa angústia, esse nó no meu pulmão
Por continuar fingindo

Talvez você preferisse ouvir
Que eu dissesse que não aguento mais
Mas se não sinto saudade aqui
Eu me pergunto que diferença faz

O céu noturno é até mais intenso
Quando me pego vendo as estrelas, às vezes lembro
Que não sei nem em que dia estou
E prefiro nem saber

O tempo é quase sempre um amigo
Quando me vejo forçado a esperar
E o mar me serve de abrigo
Quando me canso de me justificar

Afinal, o que você quer que eu diga?
De qualquer jeito você nunca entenderia
Tem tanta coisa que pode te parecer ruim
Que eu prefiro continuar quieto
E deixar que o meu silêncio fale por mim

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